…é bão SebastiãO!

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E é um tal de sei lá…
Hora pra sorrir e horas pra chorar
É necessidade de estudar
são palavras que insistem em fugir
é uma vontade louca de sair
Dizer pras amigas que só quer curtir
Guarda-roupa bagunçado
Tênis jogados de um lado
São férias falsas
Imaginação sem asas
Edredon faz calor
Lençol faz frio
É dedo que leva topada
é a ausência de uma tabuada
Ora doce, ora salgada
é um cansaço estampado na cara
É suspenção na Biblioteca
Fazer poesia sem ser poeta
Livro de cabeceira pela metade
é uma preguiça que invade
Saudade que do nada bate
Notebook temperamental causa agonia descomunal
Ê nostalgia…em pensar que eu era feliz e não sabia
Vinte e poucos anos encaminhados
Bom mesmo seria saber que os problemas são dobrados
Trilha sonora da vida de uma lado
Um terço na cama amarrado
Fé x Pecado
Dúvida x Significado
“Tudo certo como 2 e 2 são 5”
E nesse mar de rimas cretinas
Tomando vários caldos das ondas que as vezes me impedem de boiar
Nada me resta, a não ser acreditar:
“O mundo é bão Sebastião”!

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1 ano na rede…

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– Não foi intencional, mas ela nasceu no mesmo mês que eu;

– Quando algo parecia me faltar, ela veio conseguindo me completar;

– Aqueles que pouco de mim conheciam vieram a se aproximar;

– Sentimentos que pareciam difíceis de exprimir em algumas linhas ganhavam simplicidade;

– As maluquices que antes eu tinha medo de confessar, ganharam vida através do nome dela;

– A saudade da “aurora da minha vida, da minha infância querida” pode ser um tanto aplacada com as diversas voltas no tempo que ela me permite;

– Quando eu tô de TPM eu posso transferir pra ela todo o meu mau-humor que a danada consegue passar com clareza o que tô sentindo;

– O meu diário, antes de papel pareceu ganhar vida e muitos “permitidos” leitores;

– Foi uma boa válvula de escape para me encontrar, profundo isso;

– Confirmo aqui a idéia que vivo martelando em quem quiser ouvir: Odeio gente em cima do muro, é preciso TER UMA OPINIÃO FORMADA SOBRE AS COISAS DO MUNDO!

– Quando tracei aqui minhas primeiras “mal traçadas linhas”, tive medo de expor meu ponto de vista…em 1 ano, garanto que isso mudou;

– Maria Aparecida me trouxe amigos, respeito, sorrisos…tanto é que hoje em dia, nunca sei quando sou eu e quando sou ela;

– Desejo:

1) Continuar fazendo ganhar vida essa “menina” tão novinha, mas que já me ensinou e que ainda me trará muita coisa boa!

2) Fazer com que ela pare de falar palavrões!

3) Colocar menos “três pontinhos” nos textos…

4) Escrever com a frequência de 1 ano atrás!

E vocês? O que desejam para a Maria Aparecida? Além de que ela aprenda a andar com as próprias pernas…

Continue Andando…

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Estava hoje eu, num daqueles dias onde poderia muito bem começar a escrever esse texto com aquele bom e velho “Querido diário”…mas pefiro começar questionando. Quem aí tem medo de como será a vida, depois que sair da faculdade, levanta o dedo!

Isso não é desabafo de “crise de recém-formanda”…é desabafo de quem chegou na metade do caminho e já fica pensando em “como será”? É nessas horas que devo ligar o botãozinho do “pensar, nem pensar”…como diria uma GRANDE amiga? Ou seria a hora de jogar sementes embaixo da terra e torcer…não só pra que chova para que os frutos apareçam, mas de preocupar-se em regar a plantação com apreço. Vejo que não dá mais para jogar com a sorte…

Ao escolher a “segunda opção” da pergunta lá de cima, reconheço que tudo o que eu fizer agora servirá de base para o que eu desejo construir. E…o que eu desejo construir? É….aquela história…profissão…realização…casamento…filhos! Quero trilhar uma ordem cronológica de fatos, quero fazer tudo com calma…mesmo que eu seja a ANSIEDADE em 1,70cm.

Mas…como posso eu falar em “CALMA”, se vivemos sob pressão o tempo todo!? Nessa vida severina tudo acontece tão rápido, mas tão rápido, que tenho a leve sensação que não aprendo e nem apreendo nada!

“O Conhecimento é a Chave de Tudo”…um título, sem dúvidas pra um livro de auto-ajuda. Essa frase é tão banal…tão clichê nos dias de hoje… chega a ser irritante… irritante porque trata-se da mais pura verdade! E vence quem tiver mais conhecimento e mais poder sobre eles na maneira como usá-los.

Na faculdade me recomendam livros… tentam expandir os meus pensamentos… tentam sufocar outros… tentam. No entanto…repito: É tudo tão rápido. Leio e termino a última página com a sensação que não entendi nada, ou ainda, me perguntando: “Caramba, pra que serve isso”?

Recorro ao dicionário quando surgem palavras desconhecidas, em poucos instantes “nem me lembro dela”. Vou a Biblioteca…trago um novo livro pra casa…e…olha só…aquela palavra que eu “achava” que nunca lembraria o significado, foi usada por uma segunda pessoa. Em breve vc encontra a tal palavra em outros lugares…em breve você vai se dando conta de  que o “CONHECIMENTO” não vai ter fim.

Aprender dói. Crescer…dói mais ainda!

A “adultice” vai chegando e você só nota a fase em que se encontra, quando percebe que aquele seu primo que você pegou no colo tá fazendo provas de vestibular. Quando você começa a lembrar com saudades que o Natal te traria aquela Barbie dos “sonhos”. Quando você precisa do colo da sua mãe, não só para ver Tv, mas para sentir que nesse mundo de meu Deus existe algo tão puro, capaz de te fazer esquecer tudo de ruim…capaz de te fazer acreditar que você também pode amar um dia “alguém” daquele mesmo jeito que “àquela mulher” que afaga os teus cabelos te ama.

Tenho visto que não paramos de APRENDER E APREENDER nunca!

SeNtiNdo o sentido

Homenagem ao blog da PGA "life style", rs

Homenagem ao blog da PGA

Alguém aí já parou pra pensar sobre a complexidade dos “sentidos”? Não, eu não tô falando de sexto sentido, muito menos dos 5 sentidos…mas dos Sentidos Cotidianos, seja da fala, da escrita ou dos seres inanimados (miseráveis).

Galera, cadê a sensibilidade de abstração do ser-humano? Tá se perdendo ou tá “se achando”? Se eu falar no msn que “morri de rir”, ninguém precisa me encomendar uma coroa de flores. Se eu falar que já reli o mesmo parágrafo porque estava complicado 333 vezes, não significa que reli esse número de vezes de fato. Ou ainda, se eu estiver no telefone falando palavras: “sim, não, tá, o.k, “hum”…significa que eu estou monossilábica, no sentido literal da palavra! Se for necessário uma explicação ampla do que seja, quero dizer que só estou falando palavras que possuem apenas 1 sílaba. É por essas e por outras que estamos nos deparando diversas vezes com “comunicações controversas”.

Em falar de “comunicação controversa”, MSN que o diga. Não basta a Microsoft, Windows, sei lá o quê, passar tempos e tempos criando meios de tornar a comunicação no MSN mais “real” se o usuário não tiver algumas noções básicas! Se eu digo: “Então, “fulaninha”, tá tudo bem com vc?” eu não estou concluindo que “fulaninha” está bem, eu tô apenas perguntando mesmo! O “então” na frente da frase, teve caráter meramente introdutório. Mas “fulaninha” não entendeu a minha indagação e veio com “socos e pontapés” pro meu lado, porque na verdade ela estava num profundo mau-humor! Que legal “fulaninha”, bem-vinda ao meu TPM’s World!

E quando você está com TPM, o universo não colaborará com você…muito menos o Caixa Eletrônico do banco. Você vai colocar o cartão na posição correta, só que até aparecer a mensagem “retire o seu cartão” vão se passar 10 minutos. Melhor ainda, é quando é a primeira vez que você se depara com o Caixa Eletrônico “daquele” banco. Eis que surge uma alma caridosa e razoavelmente confiável, que te ajuda a retirar o pequeno montante, mas que não esquece de “tirar onda” 333 vezes com a sua cara(hehehe). Tudo bem, o episódio foi “lamentável”mesmo. Ei, “alma caridosa”, você escapou da minha fúria e tem aqui todo o meu agradecimento, assim como eu devo agradecer a Deus pela minha TPM ter estado em “Mode Off” naquele momento! Ainda no ramo “pecuniário”…o que dizer de você não ter dinheiro em espécie na bolsa, sair pra almoçar confiando no “débito automático” e o “débito” estar temperamental na hora e não querer passar!? A Dona do restaurante olhando pra você com uma cara de “fica calma, depois a gente acerta”, sendo que você tinha certeza de que tinha crédito no tal cartão? Ainda bem que eu moro perto do restaurante em questão. Voltei em casa e apanhei o dinheiro.

Mas tudo isso é muito pouco, perto do valor “inestimável” de ficar com TPM numa semana de Provas! Você fica querendo matar os poetas que já estão mortos, você xinga a “mãe” do professor de nomes impublicáveis, as pessoas têm medo de te chamar no msn…Ai ai…Como diria Roberto Carlos: “São tantas emoções”…

Quem? Hein? Onde? O que?

 

 

  

Alguém aí já teve a curiosidade de saber o “quê” se passa na cabeça dos poetas, filósofos, compositores…escritores??? Verdade seja dita, a mente dessas pessoas “transcende”.

   Mas aí eu pergunto: qual o significado da palavra transcender? Para que não houvessem dúvidas fui no Luft, que me respondeu:

Transcender: v.t. 1.Ser superior a. 2. Ultrapassar; exceder. 3. Distinguir-se.

   Sem sombra de dúvidas o escritor(seja lá do que for), possui um diferencial. Ele tem o poder de manifestar sensações. Tem a capacidade de expor sentimentos, mexer com as emoções.

   Há quem diga que o poeta é um “incompreendido”. Que o filósofo só costuma ser valorizado depois de morto. Que compositor de boas músicas é aquele que já foi traído(assim falou Tim Maia) e que um bom escritor é aquele que “prende” o leitor.

   Já ouviu falar de Manuel Bandeira? Não? Mas já proferiu em alto e bom som: “Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei…” Admita! Pois é…foi ele quem fez. Vamos supor que você esteja dentro de uma situação “x”, na qual você não tem idéia do que poderá acontecer… absolutamente normal você ter deixado escapar um: “E agora José?”, você citou ninguém menos do que Carlos Drummond  de Andrade. Para falar de amor…meu favorito…”meu” “Poeta Malandro”: “…Que não seja imortal, posto que chama / Mas que seja infinito enquanto dure”, Vinicius de Moraes.  

   “Se você deseja dizer uma coisa, não há mais que uma solução: dizê-la”, filosofou Jean-Luc Godard. E não é que é a mais pura verdade? A filosofia é usual, tão prática como a constatação de Heráclito: “Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio”. Não precisamos viver imersos em Platão, Aristóteles e cia, para ter certeza que a conclusão de Heráclito procede. Ler “O pequeno Príncipe”na infância é diferente de ler na idade adulta…é mergulhar duas vezes no mesmo rio e sair com uma sensação diferente.

    O Compositor tem uma alma peculiar. Ninguém descreveu a Bahia como Caymmi: “Aaaah, mas que saudade eu tenho da Bahia, ah, se eu escutasse o que mamãe dizia…”. Jorge Amado escreveu “Gabriela” e Caymmi completou: “…eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…”. Para os cariocas ou para “O” carioca, Tim Maia, “…do Leme ao Pontal não há nada igual. No entanto, sabe-se que não precisa ser nascido na terrinha para ter o dom de cantá-la. Gilberto Gil baiano como é disse que “O Rio de Janeiro continua lindo, o Rio de Janeiro continua sendo…”.

   Quem compõem tem a cabeça borbulhando de idéias e ideais o tempo todo. A língua Portuguesa dispõe de uma gama inesgotável de palavras…mas o compositor cria neologismos…metáforas, paradoxos. Afinal de contas, Caetano, O que é “vaca profana”? Chico…o que é que tinha dentro do “cálice” que você queria que afastassem de vc? E no “Beat da Beata” Dona Ana Carolina? É pra interpretar que as beatas são safadas? Hehehe… Dentre as mais diversas sensações a música também pode trazer a dúvida.

   O escritor, na minha opinião(minha, só minha), tem por obrigação captar a atenção do leitor. Detalhista ou não, me apego ao escritor que me faz imaginar as vozes, que me faz sentir os cheiros, que me deixa “ouvir” os ruídos. Trazendo piadas explícitas ou deixando ironias nas entrelinhas, o “meu” escritor não pode deixar dúvidas acerca do sentimento que deseja ser provocado, embora eu entre em contradição nessa afirmativa, por ficar inquieta diante das insinuações de Machado de Assis.

   Disse o “Poeta malandro”: “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”, Sócrates deixou escapar: “Só sei que nada sei”. Ipanema nunca mais foi a mesma depois de Tom Jobim: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça…” e em meio a toda essa agonia de poemas declamados, filosofias discutidas, músicas cantadas, vale lembrar que “O caminho para as coisas grandiosas passa pelo silêncio”, Nietzche.

  

 

“Amor em cheque”…

  

   Todo mundo ao menos uma vez na vida, já deve ter parado pra pensar sobre o “Amor”. Mas quem inventou o amor? Adão e Eva no Paraíso? Deus? Os homens? Quem?

   O que se sabe, mesmo sem já tê-lo conhecido, é que trata-se de um sentimento. No entanto, os sentimentos podem ser bons e ruins. Já ouvi dizer que o amor e o ódio andam juntos. O amor deixa o nosso coração extremamente acelerado? Ah…o ódio também. O amor nos faz tomar atitudes impensadas? O ódio…também. Mas dependendo do contexto, fica mais agradável avaliar como encontramos o Amor do que como encontramos o ódio. O ódio na maioria das vezes é proveniente de um desapontamento, algo que fere, machuca. Já o AMOR…hummm, o AMOR é poesia, é poético, transcendental! O amor confunde ao mesmo tempo que traz respostas. O amor nos faz chorar de alegria e por que não de dor?  

   Se Renato Russo que é Renato Russo um dia perguntou: “Quem inventou o amor, me explica por favor…” Como posso eu tentar explicá-lo? Só posso concluir que é algo que se sente…que primeiro vem de fora pra dentro(quando conhecemos “outro”) e que depois de um tempo vai de dentro pra fora(quando o que sentimos é tanto que explode…não cabe mais dentro de nós). É aí que entra o Poeta com toda a sua capacidade de passar para o papel o que de repente, “não mais que de repente” aflora e acaba sendo a agonia, as palavras que muitos um dia desejam ouvir ou desejam dizer e não conseguiram…

   Mas concordo com as palavras desse poeta…acredito que ele tenha descrito com altivez o que vem a ser o AMOR pra mim:

AMOR EM CHEQUE

(Danilo de Olivera)

 

Às vezes amar

É mais fácil que rimar

Versos simples

Com versos no infinitivo.

 

Amar é querer,

Ter, poder

Transformar prosa em verso,

E os sentidos em poesia.

 

Às vezes o ir e vir

Está em amar, em sentir

Sendo mais que perdulário

Em ser feliz.

 

Só quem ama

Como eu te amo, linda flor,

Sabe que amar não é verbo

E que sua rima é a dois.

 

Obs: Maria Aparecida hoje tá sentimental…hehehe!!!

Vestibulando…

  

   A cabeça dá um nó. Quando o dia vai se aproximando tudo o que se sente é uma expectativa, uma ansiedade que não te deixa em paz…mas vem também um alívio, a garantia de que você vai carregar um fardo a menos. Isso pra alguns…outros nem se abalam, relaxam tanto que os que não conseguem agir da mesma forma ficam espantados, incomodados.

   A palavra VESTIBULAR soa mesmo de forma diferente para cada um. E cada dia mais cedo tem se pensado nela. Mas é no Terceiro Ano que essa “responsabilidade” se intensifica. Será mesmo que uma pessoa com 17 anos tem noção, base e maturidade pra decidir o que ela quer ser supostamente pela vida inteira? É no mínimo relativo. Eu por exemplo, nunca fui uma aluna das piores, mas já sabia que na minha vida não “trabalharia”com números. As matérias de Exatas caiam como uma bomba na minha cabeça e as aulas de Física(como todos que acompanham meus textos sabem) eram filadas no banheiro na cia de mais 4 amigas. Não tô achando isso bonito não, na verdade tô aqui escrevendo, sabendo que isso de repente pode se voltar contra mim daqui há alguns anos, já que pretendo fazer a “burrice de casar e a sabedoria de ter filhos”!

   Ao sair do Colégio os destinos são um tanto previsíveis. Uns passam direto pra Faculdade, outros vão fazer os famosos Cursinhos pré-vestibular. Eu, fiz os dois. Aos 17 entrei numa faculdade de Comunicação – Publicidade e Propaganda, depois de 1 ano não tive mais como pagar as mensalidades de valor homérico o que me fez entrar no Cursinho para tentar uma faculdade pública. Na época achei mesmo que ia morrer por conta disso, hoje tô colhendo os frutos dessa “mudança” e por sinal tô bem satisfeita – Sorte!

   No Cursinho, as risadas, a preguiça de estudar todos aqueles assuntos, o medo de fracassar, as novas amizades, os professores e suas aulas geniosas e geniais eram fatos concomitantes, contribuindo para que o indivíduo fique ainda mais confuso. Medicina, Direito, Engenharia…seja lá o que for…eram pessoas e pessoas almejando os mesmos objetivos…querendo enxergar os mesmos horizontes. Lá, os “grandes mestres”, cada um com a sua personalidade, atraindo a atenção dos alunos, tentando deixar aqueles mais de 250 dias de aula um pouco mais leves. Quem aqui foi aluno de Naldo(de Física)? “Entra paralelooooooooo, entra pelo centrooooooooooooo…entra pelo vérticeeeeeeeeeeeeee…Quem não gostar, veste a roupa e vai embora… Supunhetemos que está aqui Seu Bingas…”, ou quem foi aluno de Edmundo(de Química)? “Meu nome é Edmundo, mas pode me chamar de Edworld…Mermããão, eu tenho medo de andar de avião, num vou mentir. Agora claro, tem aquela coisa, você só morre quando Deus quer, num tem isso não…mas, e se for o dia do piloto???…Eu quero morrer dando aula…”! As aulas rendem boas piadas, sem dúvida…mas com o passar do tempo tornam-se também desgastantes. Perde-se o estímulo um dia…o ânimo até pode voltar no outro… você leva pau em todos os vestibulares que faz…mas no ano seguinte, lá está você: Recomeçando, Revisando e Revendo os seus conceitos! Uma oração na parede da escrivaninha, acordando cedo e dormindo tarde na cia dos “módulos”, lendo frases de auto-ajuda, ouvindo seus familiares te cobrando ou incentivando, agarrando-se a uma música que pode ser inesquecível pra você: “… não diga que a canção está perdida, tenha fé em Deus tenha fé na vida, tente outra vez…não pense que a cabeça aguenta se você parar…”.

   Durante as provas somos aconselhados a dormir nem muito cedo, nem muito tarde, não adianta mais estudar, tudo o que poderia ter sido feito, já foi feito. Mas confesso, me surpreendo quando vejo a galera espalhada pelos bares, ou indo em alguma festa dia antes da prova. Não sei se essa minha opinião é careta ou se estamos evoluindo pra que o “vestibular” seja um acontecimento mais sóbrio na vida dos jovens, adultos e mais velhos. Cada um sabe mesmo o que é melhor para si, qual a maneira mais fácil de manter-se relaxado, qual caminho deseja seguir. As receitas e dicas são dadas, aconselhadas…mas,  IMPORTANTE MESMO É NÃO CHEGAR DEPOIS QUE O PORTÃO JÁ ESTIVER FECHADO!